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Opa! Tudo em cima? Sextou? Essa semana teve treta das grandes no mundo da música, então senta, pega a pipoca e vem acompanhar o que rolou com Ed Sheeran e Macklemore. Também vamos falar da última semana do Rock in Rio e do Grammy.
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Se você não mora em um buraco, deve ter visto a grande polêmica de Ed Sheeran com o rapper Macklemore, que abria os seus shows da turnê. Após dois shows no MetLife Stadium, Macklemore cantou "Hind's Hall" e finalizou com o brado "Free Palestine".
Até aqui, tudo normal, dado que o próprio Ed Sheeran manifestou no passado o seu apoio à Ucrânia pelos conflitos na região. Manifestação política em palcos musicais não é nada recente. O que não era esperado foi a expulsão do rapper da turnê pelo próprio Ed Sheeran. A cantora P!nk e o vocalista Boy George também criticaram a manifestação.
Macklemore explicou todo o ocorrido nas suas redes. Ed Sheeran tentou explicar no dia seguinte, mas se complicou ainda mais, colocando a culpa na promotoria enquanto a própria empresa culpava Ed Sheeran pelo ocorrido. No fim das contas, ambos se ferraram.
Artistas como Finneas, Lukas Graham e Aaron Rowe, que também fariam a abertura do show, cancelaram sua participação na turnê. A própria banda de apoio do Ed Sheeran (Beoga) também cancelou a presença. Esta não é a primeira vez que um artista é retirado de um show por posicionamento político (Kehlani, MIA., Matisyahu, etc.), mas com certeza é uma das que mais trouxe alarde, porque o normal é a casa de show ou a equipe promotora barrar a participação antes do anúncio, e não durante a turnê.
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Como compositor e cantor, entendo que música é política e sempre foi. Quando o dinheiro fala mais alto que a arte, é porque a arte morreu. Aqui o Ed Sheeran se colocou numa posição ruim duplamente: ou ele permitiu calar a arte pelo dinheiro sendo um artista, ou tentou calar outro artista por um posicionamento e não sustentou quando veio a consequência. Acho que restou P!nk, Nicki Minaj e Kid Rock para as aberturas.
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Estrus
Tove Lo
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Everybody’s On Drugs
Lauren Jauregui
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Westside Whimsy
Jhené Aiko
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Pillow Fight/I’d Rather Be Alone
Tinashe
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O evento acabou no último domingo! Mais uma vez acompanhei à distância os shows e reuni os melhores momentos da semana. Ah, dê uma olhada também na edição de ontem da Fora da Toca, onde a Marcela Casolari conta um pouco da sua experiência trabalhando no evento!
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Primeira vez do K-Pop no Rock in Rio! Stray Kids surpreendeu muita gente, principalmente com a voz marcante do Felix. O evento permitiu mudanças inéditas, como a entrada de lightsticks e uma enorme passarela nova no Palco Mundo.
Jamiroquai ficou perdidão nessa lineup, e o Palco Sunset virou "estacionamento de pais". Alok aproveitou o hype do gênero e lançou sua nova música com o grupo coreano Twice. Outros nomes marcantes foram Hwasa, NEXZ e Soulified.
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Apelidado de "o dia da farofa" e de muita animação. Maroon 5 marcou sua terceira presença no festival com um show mega previsível, mas funcional pelos sucessos. Já Demi Lovato, no seu retorno ao pop, foi o grande destaque da noite: tocou seus maiores hits e o público acompanhou tudo. A maior surpresa? Pabllo Vittar no palco cantando juntas "Cool for the Summer".
J Balvin recebeu menos atenção, mas não deixou a desejar; sua apresentação foi marcada pela animação e interação divertida. Mumford & Sons deu o nome no som, mas deixou a pista bem vazia, entregando um show focado apenas nos fãs mais fiéis.
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Halsey, Zara Larsson e Twenty One Pilots dominaram a noite com shows e presenças marcantes. Halsey, mesmo após problemas de saúde, entregou um mega teatro e uma estética sombria. Tyler e Josh, do Twenty One Pilots, chegaram bem maduros (além de usarem mais a pista que o próprio palco). Zara Larsson não deixou a chuva atrapalhar o seu momento.
Marina Sen convidou Céu (a cantora e o céu, céu mesmo, porque choveu igual Foz do Iguaçu). Ivete Sangalo explorou figurinos surpreendentes. Lola Young estreou no Brasil sem tanto destaque, mas revelou ter amado o público brasileiro.
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Nessa semana, a Academia do Grammy notificou os membros votantes, relembrando as "rígidas" regras sobre campanhas e dando início oficial ao período de votações.
É muito difícil cravar as indicações, mas é bem fácil fazer uma leitura do mercado e definir as maiores possibilidades. Rosalía, Olivia Dean, Sombr e até Taylor Swift já estão praticamente confirmados nessa lista.
Particularmente, sinto que EQUILIBRIVM, da Anitta, merece um destaque bem grande pela potência do álbum, algo que provavelmente será confirmado na versão Latina do Grammy, mas "Goals", parceria da cantora com a LISA, tem fortes chances de entrar nos indicados para Canção do Ano.
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